Eis aA#m7(11)qui este samA7(b5)binha feito nG#m7(11)uma nota sG7(b5)ó.
Outras A#m7(11)notas vão A7(b5)entrar, mas a bG#m7(11)ase é uma sG7(b5)ó.
Esta oC#m7(11)utra é consequC7(b5)ência do que acBmaj7abo de diBm6zer.
Como eA#m7(11)u sou a consA7(b5)equência ineG#m7(11)vitável G7(b5)de vocF#maj7ê.
QuaBm7nta gente existe por aE6(9)í que fala tanto e não diz Amaj7nada,
Ou quase Amaj7nada.
JAm7á me utilizei de toda a escala D6(9)e no final não sobrou Gmaj7nada,
Não deu em nC#7(b9)ada. C#7
E volA#m7(11)tei pra minha A7(b5)nota como eu vG#m7(11)olto pra voG7(b5)cê.
Vou caA#m7(11)ntar com uma A7(b5)nota como eu G#m7(11)gosto de voG7(b5)cê.
E quem C#m7(11)quer todC7(b5)as as notas: ré, mi, Bmaj7fá, sol, lá, si, Bm6dó.
Fica A#m7(11)sempre sem neA7(b5)nhuma, fique G#m7(11)numa G7(b5)nota F#maj7só